Coimbra desconfinada

Fotorreportagem por Analú Bailosa


Os últimos dois meses separaram-nos de uma realidade que tínhamos por garantida. A 4 de maio de 2020 voltou ao ativo o comércio local. O que, antes, eram hábitos rotineiros, agendar uma visita ao cabeleireiro ou ao visitar o acervo das livrarias, hoje, trazem grande contentamento. Nada será, tão cedo, como era antes, mas abre-se um horizonte previamente coberto de incertezas e a liberdade sabe melhor depois do longo confinamento.


Numa quinta feira em horário de almoço, pouco se passa na Praça da República. As esplanadas, recolhidas, dão lugar às placas de serviço take away.


No Parque Verde, um quente fim de tarde e o convite de liberar alguma da tensão que guardamos. O pôr do sol sem a moldura da janela, as cores da primavera que não vimos nascer, o cheiro da natureza viva como nunca. Uma acalmia que inclui ainda o medo, insistente em assombrar, e a tímida esperança de voltar a viver sem restrições.


Veja a galeria que se segue:


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